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CIVITAS Rio amplia Supercâmeras e reforça inteligência em segurança pública na Zona Norte – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

Supercâmeras da CIVITAS ampliam a capacidade de monitoramento e reforçam o apoio às forças de segurança – Divulgação

O prefeito Eduardo Cavaliere anunciou a expansão das supercâmeras da CIVITAS Rio na cidade. Nesta nova etapa, a maior concentração de instalações está na Zona Norte, com início pelo Méier e por Madureira. A ampliação ocorre de forma gradual em todas as regiões da cidade. A definição dos pontos leva em conta critérios técnicos e a análise de manchas criminais de diferentes tipos.

— Esses bairros têm muito roubo e furto de veículo e também de celular, muitas vezes com uso de moto ou carro. A gente já tem uma vigilância nessa região, mas vai passar a ter muito mais câmeras. O que a CIVITAS Rio faz é um cerco eletrônico com uso de radares e muita inteligência artificial pra gente poder prever o deslocamento de determinadas quadrilhas. A mensagem que fica é que está cada vez pior para o criminoso que quer usar um veículo para cometer algum crime na cidade — disse o prefeito.

As supercâmeras usam inteligência artificial para analisar imagens e cruzar características visuais, como cor e tipo de veículo, direção, objetos e padrões de vestimenta, para localizar pessoas ou veículos de interesse e reconstruir trajetos. Uma mesma câmera pode analisar até 3 mil situações simultaneamente, ampliando a capacidade de identificar padrões que poderiam passar despercebidos pelo olhar humano.

— Nossas câmeras são capazes de registrar até 3.000 situações de forma simultânea. Isso permite que a CIVITAS Rio consiga, por exemplo, identificar um veículo suspeito envolvido em uma cena de crime por meio de visão computacional. Não ter a placa não é um problema: nós conseguimos chegar à identificação do veículo por cor, marca e modelo. É mais tecnologia nas ruas da cidade — afirmou Davi Carreiro, chefe-executivo da CIVITAS Rio.

Hoje, o Rio tem 13 mil câmeras, sendo mais de 3.500 supercâmeras inteligentes. Até o fim do ano, serão mais de 6.500 supercâmeras, dentro de um sistema que ultrapassará 16 mil câmeras. Todos os bairros da cidade contam com cobertura de equipamentos da CIVITAS Rio, que apoia as forças policiais e o sistema de Justiça na investigação de crimes, na produção de provas e na identificação e rastreio de criminosos.

A CIVITAS Rio cruza imagens e dados, e transforma os registros em evidências que podem ajudar a identificar suspeitos, conectar ocorrências e avançar nas investigações.

Cinturão digital de segurança

O cinturão digital de segurança também avança nos acessos do Rio. No dia 16 de setembro, uma nova Muralha Digital será implantada na subida da Ponte Rio-Niterói, no lado do Rio.

As Muralhas ampliam o apoio às investigações que envolvem deslocamentos pela Região Metropolitana. Elas ajudam a identificar trajetos suspeitos, reconstruir rotas e cruzar informações entre municípios. Com isso, um deslocamento registrado em um acesso pode contribuir para esclarecer um crime e conectar diferentes ocorrências.

A expansão seguirá nos próximos anos. Até 2028, a previsão é que o Rio chegue a 15 mil supercâmeras inteligentes, além da ampliação das Muralhas Digitais nos principais acessos e pontos de grande circulação.

Categoria:

  • 2 de setembro de 2026
  • Marcações: madureira Méier supercâmeras Zona Norte